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Consequências do Brexit para o Reino Unido, a UE e os Estados Unidos

consequências do Brexit

Faltando menos de 20 dias pro veredito final, depois de 2 anos em discussão e após 26 anos de participação do Reino Unido, o Bloco Econômico conhecido como União Europeia verá sem dúvida as grandes consequências do Brexit  tanto na economia como na política, assim como na sociedade. Vamos entender quais as consequências da saída do Reino Unido.

Em 2016, os britânicos entraram em uma luta que mais tarde culminou na destituição de cargo do primeiro-ministro David Cameron, deixando toda a situação nas mãos de Theresa May cujas propostas essenciais desagradaram o Poder Legislativo, já que sem as leis europeias no Reino Unido, a situação seria de caos, propondo acatar as regras da União Europeia. Não funcionou.

Estratégias adotadas:

Com a movimentação de aproximadamente 23% em importações e exportações para o mundo todo, a União Europeia terá como resultado uma economia externa e internamente muito abalada como consequência do Brexit, o qual deverá pagar uma multa de um volume entre 60 e 100 bilhões de euros pelo rombo causado na economia futura, já que o mesmo chegou a contribuir com cerca de 10 bi de euros em 2014 (classificando-se como o segundo maior contribuinte entre os países membros).

Resta aos alemães e franceses quase que praticamente toda a responsabilidade do cuidado com a economia do bloco, já que sem os países do Reino Unido o bloco acaba por ficar desfalcado financeiramente, dependendo de países menores e com baixo valor de produto interno.

Motivações do Brexit:

Desde o início da entrada do Reino Unido para a União Europeia, a relação foi conturbada, já que o Reino Unido, mesmo com a entrada sempre teve a necessidade de estar no poder de sua própria economia, levando a discussões acaloradas sobre a centralização e unificação do próprio poder.

Grande parte do Partido Conservador apoia esta saída sem foco nas consequências do Brexit, por acreditar na falta de credibilidade dos países vizinhos, contribuintes menos assíduos do bloco. Também, o recente êxodo dos imigrantes do Oriente Médio e da África, motivo do desequilíbrio político-social entre os países.

Mesmo com toda a sua burocracia, Bruxelas ainda tinha motivações para impor certas regras e dispor de algumas regalias, o público idoso, funcionários industriais e trabalhadores de fábricas de manufaturas levou em conta as consequências do Brexit como algo que traria melhoria na qualidade de vida, votando assim pela sua afirmação. O que é impensável, já que com o Reino Unido, a União Europeia se caracterizava como o maior bloco econômico do mundo.

E se atingir o prazo estabelecido?

No caso da chegada das 23h (Londres) do dia 29 de março de 2019, havendo ou não a aprovação de um acordo, o Reino Unido deverá deixar a União Europeia, dando inicio ao Plano de Emergência para conter as piores consequências do Brexit.  Neste período de transições – até o dia 29 – ambas as partes entrarão em discussão com o Parlamento para aprovação de um acordo, o qual determinará as relações futuras.

Como consequência do Brexit sem um acordo pré-estabelecido, a Irlanda do Norte, participante do Reino Unido, teria sua fronteira para a República da Irlanda (União Europeia) fechada, causando confusão econômica pela sua grande integração. Porém, com isso, Theresa May tentou estabelecer uma cláusula liberando esta fronteira, o que mais uma vez, causou comoção, pois assim o Reino Unido não reestabeleceria suas fronteiras devidamente.

Outro fator seria o requerimento de independência da Escócia, pertencente ao Reino Unido no momento, porém, como consequência do Brexit, a reintegração do país deveria ser feita novamente à União Europeia, o que, segundo plebiscito, não é aprovado pelo povo.

As consequências do Brexit em si:

Um geral de cerca de 95% dos conservadores ao redor do globo, inclusive Donald Trump levado pela sua política anti-imigrantista, apoia a saída do Reino Unido, mesmo culminando em uma política desestruturada e em uma economia fraca e defasada. Pois acredita-se que a reestruturação econômica seria infalível para os países, já que haveria a contenção de imigrações, balanceando novamente o protecionismo comercial.

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Para os Estados Unidos:

A Economia entraria em decadência (de acordo com o FMI – Fundo Monetário Internacional), prevista pela falta de investidores de produção dentro e fora do país, com isso poderá haver o enfraquecimento de alianças (como a OTAN), principalmente se tratando das finanças, lentamente desestabilizadas pela ocasional saída de mais estados-membros que possam decidir pela rescisão de sua participação na União Europeia.
Para os líderes de grandes corporações, a saída é extremamente preocupante, não só pela baixa do Dólar que a mudança poderia trazer, mas também pela decadência eminente da Libra e do Euro, quase inrestauráveis em curto prazo, o que possivelmente diminuiria a reincidência de contratos para o seu campo de exportação de serviços e produtos, não só nos Estados Unidos, como em toda a Europa.

Para o Reino Unido:


Como o livre mercado europeu, isto é, com distribuição aberta entre as fronteiras e sem taxas, e com o livre movimento de bens e pessoas entre os países europeus, a desintegração da União Europeia com o Reino Unido, privaria estas qualidades até segunda ordem, mesmo que entrando para o Mercado único europeu.

Esta redução ocasional do comércio causada pelas consequências do Brexit poderia levar em no máximo 10 anos, o declínio do PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido, com uma diminuição de cerca de 6%. O que além de todos os fatores, abriria um enorme rombo nas contas Públicas, resultando em cortes drásticos na saúde, educação e segurança, e mesmo assim, ainda haveria aumentos nos impostos e anos de políticas rígidas pela frente.

Para a União Europeia: A União Europeia, mesmo não sendo o país que sentirá as maiores consequências do Brexit, obviamente se tornará uma aliança econômica muito menos atrativa e poderosa globalmente, perderão provavelmente parceiros comerciais de alto potencial, o que poderia fazer os seus números caírem ainda mais, fora a redução eminente em seu PIB (Produto Interno Bruto). Além do mais, a saída do Reino Unido poderia materializar reclamações de outros países descontentes, causando também, futuramente, suas saídas.

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